Mostrando a conto erótico: Casal estuprado, acabei sendo corno e viado
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Estava com 28 anos, corpo cuidado (malhava muito) e andava sempre bem vestido. Nesta época namorava com uma gatinha de 22. Era realmente linda e gostosa, tipo mignon, muito meiga, cintura fina, busto médio, loirinha de olhos claros e uma bundinha redonda e empinada que desviava os olhares de todos quando ela passava. Eu também era muito atraente e acabava sendo muito paquerado visualmente pelas garotas. Quando saíamos, os dois sempre acabavam sendo secados e desejados pela maioria que se encontrava no local. No início de nosso relacionamento, obviamente existiram alguns atritos devido aos olhares desejosos dos outros, mas como acontecia com os dois (e éramos muito fiéis um ao outro), aprendemos a conviver com esta situação pacificamente; afinal, só me interessava ela e de sua parte, também só tinha olhos e desejos voltados à minha pessoa. Sexualmente nos entendíamos e muito bem. No início ela era um pouco reservada em relação a fantasias, mas aos poucos começou a se libertar dos preconceitos e se soltar mais e mais. Fazíamos de tudo, mas ainda tinha um único desejo meu que ela se recusava a aceitar: morria de vontade de comer aquela bundinha gostosa, redondinha e durinha. O máximo de consegui (além de ficar um tempão me esfregando nela ) foi posicionar meu pau naquela entrada rosadinha e apertada, mas sem conseguir avançar um milímetro que fosse. Era madrugada de um sábado. Estávamos voltando de uma boite e estacionei o carro na frente da casa dela. Rapidamente nos despedimos e dei um beijo de boa noite (sabíamos o que poderia acontecer se ficássemos marcando bobeira dentro de um carro nesta cidade grande e extremamente violenta). Apesar de tomar todos os cuidados, acabou acontecendo. Não sei de onde, parece que surgiu do nada, mas quando ela abriu a porta do carro, apareceu um cara de uns 25 anos, moreno claro e com um 38 na mão. Ele nos abordou rapidamente sentando no banco de trás e mantendo o revólver apontado para a cabeça de minha gata. Já tínhamos conversado sobre isso e combinado de mantermos a calma e nunca reagir se um dia ficássemos nessa situação (muita gente foi morta inutilmente, afinal esse pessoal costuma sempre andar drogado). Mas combinar e imaginar uma cena dessas é totalmente diferente que vivenciá-la e estávamos os dois tremendo de medo. Ele mandou que saíssemos de lá e encostasse o carro duas esquinas adiante (pensei comigo mesmo: "menos mal...ele deve soltar a gente e levar apenas o carro"). Estava enganado. Na esquina tinha um outro cara esperando (também armado). Era branco, alto e aparentando uns 20 anos. Ele entrou no meu carro sentando na frente e mandando que minha gatinha assustada fosse para o banco de trás. Com a arma encostada em minha barriga, ele falou para obedecer senão iriam matar nós dois. Eles apenas queriam o carro e foi dizendo as ruas que teria que entrar. Pelo espelho retrovisor, vi aquele moreno com um braço em volta do pescoço de minha gata e a arma encostada na lateral de seu delicioso peitinho. Estávamos entrando na BR-116. A escuridão daquela rodovia nos deixou ainda mais apavorados e pedi a eles que nos deixasse ali mesmo, que poderiam seguir com meu carro... que não fizessem nada com a gente pois até aquele momento tínhamos obedecido tudo sem criar dificuldades. O cara ao meu lado disse para não me preocupar, que só queriam o carro e mandou que ficasse quieto e entrasse numa estradinha de terra uns dois quilômetros à frente. Percorri mais de 10km daquela estrada totalmente deserta até que terminou num campo aberto. Mandaram que encostasse o carro, desligasse o motor apagando a luz. Ficamos totalmente isolados do mundo, no meio do mato iluminado pela noite clara e de lua cheia daquela madrugada. O rapaz de 20 anos sentado ao eu lado pediu que colocasse minhas mãos na parte de cima do volante, tirou uma pedaço de corda do bolso e me amarrou nele. Implorei que não fizessem nada, que não faria nem ocorrência. Ele encostou o cano do revólver em minha boca dizendo para ficar quieto ou matariam os dois naquela hora mesmo (estávamos isolados e ninguém escutaria nada...dificilmente encontrariam nossos corpos antes de alguns meses). Vi pelo espelho retrovisor uma cena que me deixou angustiado. O moreno estava com o revólver encostado na cabeça de minha namorada e começou a lamber seu ouvido, segurando firmemente seus peitinhos. Ela começou a chorar baixo. Implorei para que não fizesse isso e o cara ao meu lado engatilhou a arma e disse que se escutasse mais uma palavra minha, iriam me matar na frente dela. O moreno abriu a porta e saiu, levando minha gata apavorada até a frente de meu carro. Ficaram em pé e ele abraçou-a beijando e passando a mão na bundinha gostosa dela. Fechei os olhos e abaixei a cabeça. Nessa hora, o safado ao meu lado me segurou pelos cabelos, levantou minha cabeça e me obrigou a olhar tudo. O moreno enfiou a mão sob a camisa de minha namorada segurando seus peitos. Depois tirou sua blusa e começou a desabotoar abaixando sua calça justa até o joelho junto com a calcinha. Ele segurou-a pela bunda deitando sobre ela em cima do capô de meu carro. Ele beijava sua boca, seu rosto, seu pescoço e seus peitos enquanto ficava se esfregando nela. Estava revoltado e comecei a chorar de raiva, desviando meus olhos daquela cena. O cretino ao meu lado segurou forte minha cabeça e disse que eu deveria assistir tudo, como um bom corno manso. O moreno saiu de cima de minha garota e colocou seu pau para fora. Já estava duro e era imenso. Minha namorada fazia sinal negativo com a cabeça, soluçando e chorando baixo. Quando o safado ia deitar sobre ela para comê-la na minha frente, falei: "Gente, pelo amor de Deus... Não façam isso.. ela só tem 22 anos... Podem fazer o que quiser comigo, mas deixem ela em paz...POR FAVOR..." O cara ao meu lado gritou para que o moreno esperasse um pouco e me perguntou: "É? Faria qualquer coisa? Vamos ver..." Ele me soltou da direção do carro e pediu que saísse com as mãos na cabeça. Ele saiu do carro e amarrou minhas mãos atrás das costas e fomos para frente do carro também. O puto olhou para o moreno e para minha namorada dizendo: "Seu namorado parece ser macho. Disse que faria qualquer coisa para que a gente não te coma. Vamos ver se é verdade....". Ele mandou que ficasse de joelhos, colocou seu pau para fora e mandou que eu chupasse seu membro. Fiquei sem reação na hora. Minha namorada começou a chorar mais alto me vendo ser humilhado daquela forma. Ele disse: "E ai? Tá esperando o que? Meu amigo trepar com sua garota? Chupa logo seu viado!". Abri um pouco minha boca e ele colocou seu pau ainda mole no interior dela. Segurando minha cabeça, fazia movimentos de vai e vem. Sentia seu pau crescer em minha boca lentamente até ficar totalmente duro. Me obrigou a aumentar a velocidade dizendo para minha gata que ela tinha um namorado viado....uma bichinha que pagava um boquete classe A. Fui obrigado a mamar aquele cacete por uns 10 minutos, mesmo sentido nojo e náuseas. Quando ele estava para gozar, o moreno interrompeu e pediu que o chupasse também. Seu cacete era imenso e quando colocava inteiro em minha boca, engasgava e tossia muito. Achei até que fosse vomitar, enquanto os dois me chamavam de viado, de bicha e outras ofensas me rebaixando na frente de minha gata. A humilhação era demais, mas se isso fosse impedir que comessem minha garota, eu continuaria fazendo. O rapaz branco levantou minha namorada e obrigou-a a assistir tudo bem de perto; enquanto passava a mão nela, beijava seus petinhos e ficava bolinando sua xaninha rosada e apertada. Após um tempo, levou-a para dentro do carro e amarrou-a ao banco do motorista com as mãos em volta do encosto de cabeça, obrigando-a a assistir sentada o seu namorado sendo transformado num viado. O moreno me levantou do chão, abaixou minha calça e minha cueca obrigando-me a deitar de bruços sob o capô de meu carro (continuava com as mãos amarradas atrás das costas), abrindo minhas pernas logo em seguida. Eu olhava para minha namorada dentro do carro, também amarrada e sendo obrigada a assistir aquela cena constrangedora. Ela chorava muito e o safado ao lado dela, posicionou-se no meio de suas pernas começando a chupar sua bela e gostosa xaninha, enquanto ficava apontando o revólver para seu corpo escultural. De repente senti uma língua e muita saliva sendo passada em meu cuzinho. Entre as lambidas que o puto do moreno dava em meu cuzinho, sentia um dedo sendo enfiado totalmente dentro dele. Estava doendo e deixei minha cabeça cair para o lado. Em seguida, senti o cano gelado do revólver encostar em minha cabeça, o corpo do moreno pressionando minhas costas e escutei a ordem para que eu ficasse olhando minha namorada presa dentro do carro. Disse ainda que meu cu era muito gostoso e que iria inaugurá-lo...romper as minhas pregas...para que eu relaxasse e não tentasse reagir. Minha namorada ao escutar aquilo começou a se debater como louca dentro do carro, gritando para que não fizessem aquilo comigo, implorando para nos deixarem em paz. Nessa hora senti algo duro e roliço sendo posicionado na entrada de meu anel totalmente travado pela situação que estava vivenciando. Em seguida, senti meu cu sendo forçado e o cacete daquele puto entrando. A dor era imensa. Levantava meu tronco e minha cabeça urrando de dor. Sentia-me sendo rasgado numa sensação desagradável de ardor e queimação. Em pouco tempo o moreno colocou tudo e pude sentir suas bolas batendo na minha bunda. Ele iniciou os movimentos de vai e vem acelerando a cada estocada que dava. Eu gemia de dor. Não sabia o que doía mais, a dor de um pau me invadindo, a humilhação daquela situação ou ver minha gostosinha ser possuída por aquele outro marginal. Conforme o moreno me comia, via minha gata se debatendo dentro do carro. Fiquei mais revoltado ainda quando vi o outro cara se posicionando em cima dela e iniciando a penetração. Ela gritava e chorava muito enquanto eu assistia minha frágil gatinha ser comida por aquele safado sem honra e palavra (estava fazendo o papel de viado para que não fizessem aquilo com ela). O amortecedor de meu carro deve ter ido para o espaço. No interior o cara trepando violentamente com minha gata enquanto ela se debatia e às vezes me olhava sendo enrabado pelo moreno. Este por sua vez, estocando rápida e velozmente meu cu. Estranhamente, apesar da situação ser muito humilhante, meu pau começou a endurecer cada vez que via minha namorada se debatendo e se contorcendo dentro do carro enquanto era comida por aquele cara. Conforme o moreno fazia os movimentos de vai e vem sobre meu corpo, meu pau duro era esfregado na lataria de meu carro. Após uns cinco minutos, entre os gritos baixos de dor que estava sentindo, comecei a emitir gemidos ofegantes indicando que meu gozo estaria próximo. Não demorou muito tempo e gozei como louco lambuzando o capô de meu carro. O moreno sentiu que eu havia gozado pois em cada ejaculação que dava, seu pau era pressionado pelas contrações de meu cuzinho. Ele estava ofegante, delirando de prazer por estar me comendo e disse em voz alta e sacana: "Ih! O viado gozou! Tô comendo o cu dele e a bicha gostou...o viadinho tá gozando e amassando meu pau com o cu.." Fiquei totalmente envergonhado e acabei escutando minha namorada emitir uns gemidos característicos de seu orgasmo intenso (que já conhecia de longa data). A situação constrangedora também tinha levado minha gata ao gozo e de forma intensa. Escutei o puto de dentro do carro berrar: "Ah! Esta putinha e vagabunda também gozou.... Aí tesuda, rebola, rebola que vou gozar.." O cretino fez questão de fazer um escândalo enquanto derramava grande quantidade de porra na bucetinha de minha namorada. Sentia o carro tremer todo. Quase que simultaneamente, o moreno disse em voz alta que meu cu era uma delicia e acabei sentindo seu pau dilatando e contraindo em meu interior e algo quente sendo derramado nele. Depois que gozou, retirou seu pau de dentro tão rapidamente que parecia que estava sugando todo meu interior para fora. Os dois estupradores deixaram minha gata e eu amarrados um com o outro (e ainda sem roupa) deitados no chão. Disseram que o plano inicial seria comer aquele brotinho delicioso (com dupla penetração nela) e nos matar em seguida, mas como forma de pagamento àquela trepada gostosa, deixariam a gente viver para quem sabe num futuro, repetir a dose. Entraram no carro e saíram. Após uns minutos, conseguimos nos soltar, colocamos a roupa e fomos caminhando de volta pela estrada, um abraçando e confortando o outro pela desagradável situação que passamos. Uns dois quilômetros à frente avistei meu carro. Estava abandonado e com as portas abertas. Tinham levado o som e deixaram o carro (meu carro tinha aquela trava de combustível que deve ter sido acionada sem querer quando o aquele puto estava comendo a minha frágil e deliciosa gatinha). Desbloqueei o sistema e fomos para um motel nos limparmos. Ao contrário do que possam imaginar, esse desagradável incidente acabou nos unindo ainda mais. Hoje estou casado com ela e somos superfelizes. Apesar de toda humilhação e de ter feito o papel de corno e viado naquela madrugada, tive um saldo positivo com esta história toda: após uma semana, ela acabou me dando aquela bundinha que sempre desejei pois ficou muito curiosa e imaginando qual seria a sensação de ter um cu penetrado por um pau. Se eu havia gozado com aquilo, não deveria ser tão ruim assim. Apesar da dor ela adorou e atualmente, sempre alternamos em nossas transas um delicioso sexo anal.
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